Destaques
Lula prometeu emprego para todos... e entregou demissões em massa: 2025, o ano da ilusão quebrada
Lula jurou 'emprego para todos'... mas entregou o pior saldo desde a pandemia: 2025, o ano da promessa vazia e das demissões em massa"
Texto compilado (versão crítica, fluida e factual):
A criação de empregos formais no Brasil registrou forte desaceleração em 2025, com o pior saldo anual desde 2020 — ano marcado pela pandemia de Covid-19. De acordo com os dados oficiais do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o país fechou o ano com saldo positivo de apenas 1.279.498 postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 26,59 milhões de admissões e 25,32 milhões de desligamentos.
Esse número representa uma queda expressiva de 23,73% em relação a 2024, quando foram criados 1.677.575 empregos — confirmando o desempenho mais fraco da série histórica pós-pandemia. O estoque total de vínculos celetistas cresceu 2,71%, passando de 47,19 milhões para 48,47 milhões de trabalhadores formais, mas o ritmo lento expõe a fragilidade da recuperação prometida pelo governo.
O mês de dezembro foi devastador: 618.164 vagas eliminadas — o pior resultado para o período desde 2020 e 11,29% pior que dezembro de 2024 (quando foram fechadas 555.430 vagas). Esse fechamento sazonal agravado reflete não só o fim de contratos temporários, mas também o impacto de uma economia asfixiada por juros altos (Selic mantida em 15% por longo período), crédito caro e investimentos travados.
Apesar do saldo anual positivo em todos os cinco grandes setores (serviços liderando com centenas de milhares de vagas) e em todas as regiões do país, o destaque vai para a indústria de transformação (+114 mil vagas líquidas), água/esgoto/gestão de resíduos (+14 mil) e extrativa. No entanto, esses números não mascaram a realidade: o governo Lula, que chegou prometendo "geração massiva de empregos" e "trabalho decente para todos", entregou o menor crescimento anual de vagas formais em anos normais desde a retomada da série.
A culpa recai diretamente sobre a falta de coordenação econômica: o governo priorizou gastos sociais elevados sem contrapartidas fiscais rigorosas, o que contribuiu para manter a dívida pública alta e pressionar o Banco Central a segurar os juros. Resultado? Empresas hesitam em investir e contratar, enquanto o desemprego geral (PNAD) permanece em níveis elevados para jovens e informais. Lula e sua equipe podem comemorar o "efeito Lula" em posts oficiais, mas os números reais contam outra história: promessas grandiosas que se dissolveram em demissões de fim de ano e um mercado de trabalho que patina.
Via
Destaques

Postar um comentário
ATENÇÃO!!!! COMENTÁRIOS LIBERADOS!!!! MAS...O SITE não se responsabiliza por comentários que contenham ataques pessoais e ou ofensas a pessoas físicas, jurídicas ou conteúdo que possa por ventura ser interpretado, pelos órgãos de correição, como transgressão da disciplina, crime militar ou comum. Neste espaço não é permitido a discussão de temas militares, por conta da legislação castrense. Na medida do possível o administrador do BLOG irá moderar os comentários que julgar necessário.