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#FORA STF foi o termo mais utilizado em 2019 nas Redes Sociais!


100 milhões de vezes, os internautas usaram a hashtag #FORA STF. Pesquisa realizada mostrou que 19% aprovam os Ministros do STF.




STF durante o ano de 2019 esteve no embate e no debate político nacional.

O ano de 2019 foi marcado por manifestações nas Redes Sociais e nas Ruas. Em pesquisa recente realizada pelo Instituto de Pesquisas Data Folha, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL é reprovado por 81% da população.
Entre março a novembro de 2019, os termos FORA STF, FORA GILMAR MENDES , FORA TOFFOLI, foram replicados 100 milhões de vezes nas Redes Sociais. O Movimento Vem Pra Rua e MBL convocaram várias vezes durante o ano para manifestações contra o STF e os Ministros.

Dias Toffoli, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes foram os ministros mais criticados nas Redes Sociais e nas manifestações das Ruas.

A decisão do STF de afastar a Prisão Após a Segunda Instância e a Guerra travada contra a Operação Lava Jato foram os motes principais contra a atuação do STF.
Nunca, antes da história política do Brasil, o STF esteve no centro das discussões e de críticas das Redes Sociais. A aprovação por apenas 19% dos entrevistados na pesquisa DataFolha de dezembro é a evidência do estrago que a Corte Suprema de Justiça conseguiu fazer, por meio de seus ministros, em torno dela mesmo.

1.Relembre a manifestação contra o STF em novembro.
Manifestantes reunidos em diversas cidades do país pediram o impeachment dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, neste domingo, 17. Em São Paulo, o ato fechou quarteirões da Avenida Paulista.
Os protestos foram convocados após a decisão do STF de derrubar a prisão em segunda instância. Na capital paulista, os manifestantes se reuniram aos gritos de “Fora Gilmar”, carregando bandeiras do Brasil e vestindo verde e amarelo.
O senador Major Olímpio participou do ato e discursou em um carro de som. “Só vai acontecer um impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal se houver mobilização e muita pressão”, disse.

2. Manifestações em agosto e setembro.

‘Muda Senado’ realiza manifestação contra ministros do STF nesta quarta (25) de agosto.
Movimento pede o impeachment do Ministro Gilmar Mendes, além de exigir mais transparência no Judiciário. Organizadores esperam 100 mil manifestantes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília
O ‘Muda Senado’, movimento representado por senadores do Brasil, realizará, juntamente com outras organizações políticas, uma manifestação nesta quarta-feira (25), com o objetivo de pedir a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e, também, pedir a análise dos processos de Impeachment dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O ato acontecerá às 14h, na Praça dos Três Poderes, em Brasília – DF. A expectativa dos organizadores é que 100 mil pessoas participem da ação.
Ao jornal Manaus Hoje, o senador do Amazonas Plínio Valério, falou, com exclusividade, que a manifestação reunirá todos os segmentos organizados para ‘frear’ os desmandos dos ministros do STF. Quarenta e quatro movimentos em todo o Brasil devem participar do protesto, dentre eles o ‘Nas Ruas’, ‘Vem Pra Rua’, ‘República de Curitiba’, ‘Direita Brasil’, e outros.
“A gente entende que já passou da hora de frearmos os abusos cometidos por membros do Supremo Tribunal Federal. Decisões questionáveis de soltar criminosos presos por corrupção, interferências nas decisões do poder legislativo e Executivo, e perseguições politicas à críticos da suprema corte. O que exigimos do presidente David Alcolumbre é que os pedidos de impeachment sejam analisados de acordo com o que estabelece a lei. Havendo crime, que eles sejam devidamente punidos”, exigiu.
Movimento convoca manifestação contra STF e fundo partidário: ‘Não vamos mais nos calar’
Junho de 2019.
O movimento Nas Ruas convocou uma manifestação para o dia 25 de agosto. As pautas incluem a defesa do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a revogação do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias que amplia a verba do fundo partidário de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões em 2020. Em entrevista ao Pânico nesta terça-feira (13), o líder do movimento, Tomé Abduch, afirmou que a população representa o quarto poder da nação.
“As pessoas nas ruas conseguiram livrar o Brasil de um governo corrupto do PT e estão mostrando que ou eles [políticos] nos respeitam, ou vamos estar em todas as capitais do Brasil”, disse o empresário. “Não vamos mais nos calar.”
Para Marcos Bellizia, que também faz parte da liderança do Nas Ruas, o dinheiro para o fundo partidário, se aprovado, virá “manchado de sangue”. “O povo vai trabalhar mais e vamos dar quase 1 bilhão de dólares para político fazer campanha”, disse, lembrando da reforma da Previdência.
Abduch defendeu que não quer que o os impostos da população financie partidos políticos. “Esses caras têm mandato, que façam um bom mandato para se reeleger”, explicou.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, os líderes dos Nas Ruas fazem críticas aos deputados propensos a aceitar a proposta que aumenta a verba do fundo partidário. Por causa disso, o grupo recebeu uma interpelação judicial. “A gente ser interpelado por uma reclamação dessas é um tapa na cara”, disse Bellizia. “Não quisemos ofender a honra da Câmara dos Deputados, e sim de alguns deputados que estão indo contra o Brasil”, corroborou Abduch.
STF
O protesto do dia 25 também será contra alguns ministros do STF, como Gilmar Mendes. Tomé Abduch criticou o fato do ministro se posicionar a favor da soltura de presos por corrupção e disse que a Corte não faz nada de bom para o país. “Mão tenho nada para dizer nos últimos anos que tenha sido bom vindo do STF”, afirmou.



STF reunido em Outubro de 2019 para decidir sobre a Constitucionalidade ou não da Prisão Após Segunda Instância.

3. As Redes Sociais x STF.

O ano de 2019 foi marcado por manifestações nas Redes Sociais e nas Ruas.

Em pesquisa recente realizada pelo Instituto de Pesquisas Data Folha, o SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL é reprovado por 81% da população.
Entre março a novembro de 2019, os termos FORA STF, FORA GILMAR MENDES , FORA TOFFOLI, foram replicados 100 milhões de vezes nas Redes Sociais. O Movimento Vem Pra Rua e MBL convocaram várias vezes durante o ano para manifestações contra o STF e os Ministros.
A decisão do STF de afastar a Prisão Após a Segunda Instância e a Guerra travada contra a Operação Lava Jato foram os motes principais contra a atuação do STF.
Nunca, antes da história política do Brasil, o STF esteve no centro das discussões e de críticas das Redes Sociais. A aprovação por apenas 19% dos entrevistados na pesquisa DataFolha de dezembro é a evidência do estrago que a Corte Suprema de Justiça conseguiu fazer, por meio de seus ministros, em torno dela mesmo.

Manifestantes reunidos em diversas cidades do país pediram o impeachment dos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, neste domingo, 17. Em São Paulo, o ato fechou quarteirões da Avenida Paulista.
Os protestos foram convocados após a decisão do STF de derrubar a prisão em segunda instância. Na capital paulista, os manifestantes se reuniram aos gritos de “Fora Gilmar”, carregando bandeiras do Brasil e vestindo verde e amarelo.
O senador Major Olímpio participou do ato e discursou em um carro de som. “Só vai acontecer um impeachment de um ministro do Supremo Tribunal Federal se houver mobilização e muita pressão”, disse.



#FORA STF viralizou nas Redes Sociais em 2019.

4. ‘Muda Senado’ realiza manifestação contra ministros do STF nesta quarta (25) de agosto.
Movimento pede o impeachment do Ministro Gilmar Mendes, além de exigir mais transparência no Judiciário. Organizadores esperam 100 mil manifestantes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília
O ‘Muda Senado’, movimento representado por senadores do Brasil, realizará, juntamente com outras organizações políticas, uma manifestação nesta quarta-feira (25), com o objetivo de pedir a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e, também, pedir a análise dos processos de Impeachment dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. O ato acontecerá às 14h, na Praça dos Três Poderes, em Brasília – DF. A expectativa dos organizadores é que 100 mil pessoas participem da ação.
Ao jornal Manaus Hoje, o senador do Amazonas Plínio Valério, falou, com exclusividade, que a manifestação reunirá todos os segmentos organizados para ‘frear’ os desmandos dos ministros do STF. Quarenta e quatro movimentos em todo o Brasil devem participar do protesto, dentre eles o ‘Nas Ruas’, ‘Vem Pra Rua’, ‘República de Curitiba’, ‘Direita Brasil’, e outros.
“A gente entende que já passou da hora de frearmos os abusos cometidos por membros do Supremo Tribunal Federal. Decisões questionáveis de soltar criminosos presos por corrupção, interferências nas decisões do poder legislativo e Executivo, e perseguições politicas à críticos da suprema corte. O que exigimos do presidente David Alcolumbre é que os pedidos de impeachment sejam analisados de acordo com o que estabelece a lei. Havendo crime, que eles sejam devidamente punidos”, exigiu.
Movimento convoca manifestação contra STF e fundo partidário: ‘Não vamos mais nos calar’
Junho de 2019.
O movimento Nas Ruas convocou uma manifestação para o dia 25 de agosto. As pautas incluem a defesa do impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a revogação do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias que amplia a verba do fundo partidário de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões em 2020. Em entrevista ao Pânico nesta terça-feira (13), o líder do movimento, Tomé Abduch, afirmou que a população representa o quarto poder da nação.
“As pessoas nas ruas conseguiram livrar o Brasil de um governo corrupto do PT e estão mostrando que ou eles [políticos] nos respeitam, ou vamos estar em todas as capitais do Brasil”, disse o empresário. “Não vamos mais nos calar.”
Para Marcos Bellizia, que também faz parte da liderança do Nas Ruas, o dinheiro para o fundo partidário, se aprovado, virá “manchado de sangue”. “O povo vai trabalhar mais e vamos dar quase 1 bilhão de dólares para político fazer campanha”, disse, lembrando da reforma da Previdência.
Abduch defendeu que não quer que o os impostos da população financie partidos políticos. “Esses caras têm mandato, que façam um bom mandato para se reeleger”, explicou.
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, os líderes dos Nas Ruas fazem críticas aos deputados propensos a aceitar a proposta que aumenta a verba do fundo partidário. Por causa disso, o grupo recebeu uma interpelação judicial. “A gente ser interpelado por uma reclamação dessas é um tapa na cara”, disse Bellizia. “Não quisemos ofender a honra da Câmara dos Deputados, e sim de alguns deputados que estão indo contra o Brasil”, corroborou Abduch.
STF
O protesto do dia 25 também será contra alguns ministros do STF, como Gilmar Mendes. Tomé Abduch criticou o fato do ministro se posicionar a favor da soltura de presos por corrupção e disse que a Corte não faz nada de bom para o país. “Mão tenho nada para dizer nos últimos anos que tenha sido bom vindo do STF”, afirmou.



Entrada principal do STF se tornou, durante o ano de 2019, ponto de manifestações de críticas à atuação dos ministros da Corte.

5. Manifestação de março.
17 de março de 2019.

Uma série de pequenos atos foram realizados em várias cidades do país neste domingo em protesto contra o Supremo Tribunal Federal. Motivados pela decisão da Corte de quinta-feira, de que a Justiça Eleitoral tem competência para julgar casos de corrupção e lavagem de dinheiro desde que atrelados a caixa 2, cerca de uma centena de pessoas se reuniu em frente ao prédio do STF em Brasília. A decisão do ministros —que teve o apertado placar de 6 a 5— é considerada por seus críticos uma derrota para a Operação Lava Jato, que centralizava em Curitiba os casos investigados, que agora podem ir para outras esferas do Judiciário.
O coordenador da Força Tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, criticou no Twitter a decisão da Corte por, segundo ele, “fechar a janela de combate à corrupção política que se abriu há 5 anos”. Celina Gonçalves, uma das representantes do movimento Vem pra Rua, que esteve no ato deste domingo em Brasília, afirmou à Agência Brasil temer que agora a tramitação dos casos prescreva e fique travada na Justiça Eleitoral. No Rio, o ato na praia de Copacabana contou com uma faixa onde se lia “O STF é uma vergonha!”, e outras que faziam alusão a questionamento feito com relação à morte da vereadora Marielle Franco: “STF, quem mandou matar a Lava Jato?”
decisão do STF ocorre em um momento no qual alguns ministros da Corte e procuradores do Ministério Público Federal têm trocado farpas. O presidente do Supremo, Dias Tóffoli, determinou a abertura de um inquérito para apurar a participação de auditores fiscais e procuradores na disseminação de fake newscontra os ministros para prejudicar sua imagem. Foi uma reação dura de um tribunal que também começa a ser pressionado: no Senado, parlamentares cogitam instaurar uma Comissão de Inquérito batizada de “Lava Toga”, focada em supostos excessos e irregularidades cometidas por magistrados, apesar de não delimitar quais. Além disso, pedidos de impeachment contra o ministro Gilmar Mendes já foram protocolados.
Neste sábado, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), organizou um almoço com o presidente Jair Bolsonaro, seus ministros e Tóffoli. O deputado defendeu a decisão da Corte como sendo correta, “ainda que alguns não gostem”. Já Bolsonaro compartilhou no Twitter um vídeo gravado por seu filho Eduardo no qual o deputado critica o STF. Em outra ocasião ele já havia dito que para fechar o Supremo bastava a atuação de “um cabo e um soldado”.

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O texto foi adaptado na íntegra com apoio das publicações dos portais UOL/FOLHA, O GLOBO e Gazeta do Povo.

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