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Fachin Mendes, a esperança de Lula


O último 6x1 teria sido um 7x0 se não fosse por Edson Fachin, ministro do STF que foi o único favorável à manter a candidatura de Lula. Na pauta da reunião plenária do TSE ocorrida em 31 de agosto, Fachin também foi o único a defender que o "pedido" da ONU é uma decisão, e deve ser cumprido. Todos os demais mencionaram o documento do Comitê de Direitos Humanos da ONU, porém de forma contrária a Fachin, mostrando que a Organização não tem poder decisório ou influenciante na soberania nacional, ou nas decisões do judiciário brasileiro, bem como de qualquer outro país. Além disso, o documento não foi assinado por todos os integrantes do comitê, e a ONU divulgou nota informando isso, e que também não está declarando que os direitos do ex-presidente tenham sido violados em algum momento.
Agora, como a defesa recorreu ao STF, e Fachin é também o relator de assuntos da Lava Jato, será dele o trabalho de julgar o novo pedido da defesa, cujo principal argumento é justamente de que a decisão do comitê é de cumprimento obrigatório. Ou seja, a posição de Fachin.
A defesa também pede urgência, dispensando formação de plenário, e com Fachin julgando individualmente.
Quando ocorrerá? O mais breve possível, supomos. A qualquer momento surgirá a notícia que Fachin já julgou o caso.
Será que os petistas esperam que Lula tenha algum desempenho na eleição, caso seja candidato?

São Paulo, SP, 05/09/2018, Airton Alvares
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